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A digitalização é um processo incontornável

Entrevista do Jornal das Oficinas a Fernando Amaral, CEO da Alidata, sobre a digitalização e transformação digital das oficinas: "Muitas empresas ainda não entenderam que a digitalização é um processo vital para a evolução do negócio. É incontornável e a chave para que sejam competitivas. (...) As mais-valias são evidentes e consubstanciam-se em melhorar a experiência do cliente, tornar mais eficazes, eficientes e simples todos os processos internos (...) e, sobretudo, poupança de recursos e ganhos financeiros consideráveis."
A digitalização é um processo incontornável

Ao longo da sua evolução, a Alidata – uma das mais antigas softwarehouses portuguesas – tem sido capaz de criar novas soluções, conquistar novos mercados e crescer sustentadamente

Está apta a garantir a continuidade da sua atuação no mercado com qualidade e rigor, sempre com a possibilidade de evolução para soluções mais avançadas, de forma a acompanhar as exigências do mercado e dos seus clientes.

Para Fernando Amaral, CEO da Alidata, digitalização e transformação digital provaram ser diferenciais na capacidade das empresas se adaptarem a cenários como o que vivemos.

Como devem as oficinas lidar com este desafio da transformação digital?
Antes da transformação digital, um conceito de maior profundidade, que tem a ver com a cultura e os métodos de trabalho de uma empresa, há que falar em digitalização de processos do negócio.

A nossa experiência no terreno diz-nos que, para a esmagadora maioria dos players deste mercado, é este ainda o primeiro passo a dar ou, no mínimo, a aprofundar.

Muitas empresas ainda não entenderam que a digitalização é um processo vital para a evolução do negócio. É incontornável e a chave para que sejam competitivas.

Aliás, este contexto de pandemia colocou a descoberto as debilidades de muitas organizações em colocar em teletrabalho pessoas com funções administrativas.

Depois da digitalização de processos, e criada uma crescente cultura digital, avançar para as restantes áreas, até ao limite de um setor de atividade ainda inevitavelmente presencial e dependente de mão-de-obra e know-how dos seus profissionais.

Como se pode começar a digitalizar uma oficina? Que passos devem ser dados?
Um primeiro passo pode começar pela digitalização de processos administrativos, sendo desejável, para fazer face aos desafios atuais, uma solução integrada, que permita a gestão de todo o ambiente oficinal, nomeadamente, serviços, marcações, obras, orçamentos, tempos de empregados, materiais, garantias, custos por obra, diversos históricos, entre outras funcionalidades direcionadas à gestão, mas também ao cliente.

A digitalização de uma oficina ou rede de oficinas deve permitir trabalhar num ambiente multi-oficinal, em diferentes secções e/ou oficinas, para uma melhor perceção e cruzamento da informação.

A solução deve ser robusta e permitir a integração da informação entre as várias áreas ou departamentos (oficina, pintura, chapa, escritório, etc.), que vise a simplificação dos processos da empresa, que permita o acesso à informação em tempo real, em qualquer local e a partir de qualquer dispositivo (telemóvel, computador, tablet) de forma simplificada e concreta.

Não existindo receitas universais, os passos devem ser dados em função das prioridades de cada oficina ou rede de oficinas, num equilíbrio virtuoso entre a resposta às necessidades de gestão e às dos clientes finais, cada vez mais exigentes e a necessitar de respostas imediatas, privilegiando os canais digitais.

Quais são as ferramentas que garantem um mix adequado para digitalizar uma oficina automóvel?
Como referi, primeiramente, aquelas que visam a simplificação, por via da digitalização, de processos não produtivos. Podemos aqui incluir, processos administrativos, notificações automáticas a clientes, orçamentações, rastreabilidade de materiais, consulta de stocks e gestão automática de encomendas, entre outros.

Depois, pode evoluir-se para soluções como a Recção Ativa que permite, de forma personaliza a receção de viaturas e o contacto com o cliente, tornando mais eficiente e ágil o registo de toda a informação do veículo.

Interfaces com catálogos eletrónicos de peças e serviços (como por exemplo TecDoc, Autodata, GT Motive, Eurotax, Via Verde ou outros) representam ganhos muito significativos para a gestão oficinal.

Mas também ferramentas de relacionamento com o cliente (CRM), que permite gestão de contactos, alinhamento comercial e de força de vendas, gestão de processos, de contratos e avenças ou pedidos de assistência técnica, por exemplo.

Por último, mas fundamental, o Portal da Oficina, que coloca a oficina à distância de um clique para os clientes. 24 horas por dia, 7 dias por semana, o cliente pode aceder através do seu computador, tablet ou smartphone, e efetuar a marcação de um serviço, consultar intervenções, histórico, alertas de manutenções preventivas, a sua conta corrente, entre muitas outras funcionalidades e benefícios.

O Portal da Oficina permite obter e transmitir informações para o atendimento eficiente e transparente ao cliente. É uma ferramenta de grande utilidade para clientes que valorizam a transparência e celeridade na comunicação com a oficina, e que procuram um serviço prestado com qualidade e confiança.

Quais as mais valias da digitalização para as oficinas auto?
As mais-valias são evidentes e consubstanciam-se em melhorar a experiência do cliente, tornar mais eficazes, eficientes e simples todos os processos internos (dos administrativos à encomenda de peças), acesso a informação precisa, em tempo real, em qualquer local e em qualquer dispositivo e, sobretudo, poupança de recursos e ganhos financeiros consideráveis.

 

in Jornal das Oficinas

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