MAIOR RENTABILIDADE
Com uma forte experiência no desenvolvimento de soluções informáticas para diversos sectores de actividade, a Alidata possui soluções específicas para o sector automóvel.
A Alidata está prestes a comemorar as suas bodas de prata. Uma das áreas em que sempre apostou foi no sector automóvel, por razões históricas, até porque Jaime Gomes, sócio-gerente e director financeiro da empresa, iniciou a sua actividade profissional ligado às oficinas e peças, e só depois é que apostou na informática.
O primeiro negócio da Alidata foi com uma empresa de peças, tendo depois surgido muitas outras organizações que recorreram às soluções desta empresa de Leiria, que desenvolve o seu próprio software.
Atendendo à importância desta empresa, no acompanhamento da própria dinâmica e evolução do mercado automóvel, a AP Magazine falou com Jaime Gomes (sócio-gerente e director financeiro) e Pedro Gaspar (sócio-gerente e director técnico).
Com quase 25 anos, a Alidata sempre trabalhou o sector automóvel?
JG – O nosso primeiro cliente, que ainda hoje se mantém, está ligado ao sector automóvel, nomeadamente às peças. Isso revela que a Alidata tem sabido evoluir e acompanhar o crescimento dos clientes e do sector automóvel, apresentando constantemente novas soluções.
Aliás, quase todos os nossos clientes, mesmo de outros sectores, se mantiveram fiéis à Alidata, o que prova que temos sabido acompanhar as suas necessidades em função dos sectores em que estão inseridos.
Não ficamos só pela gestão comercial, das peças e das oficinas, mas evoluímos também com soluções para a indústria.
Como é que a Alidata se pode diferenciar num sector também competitivo?
PG – A Alidata destaca-se de todas as outras empresas deste sector porque desenvolvemos todas as nossas soluções internamente. Aqui não se desenvolve nada só porque queremos ou porque achamos bonito. De facto, o que desenvolvemos é tudo em função das necessidades do cliente, da evolução da sua empresa e do ambiente legal que a rodeia.
Temos soluções para pequenas, como para médias ou grandes empresas, pois as nossas soluções são adaptáveis a qualquer empresa.
Que tipo de empresas do sector automóvel é que mais recorrem às soluções da Alidata?
JG – O mercado passou por diversas fases, nomeadamente na relação entre os grandes importadores e os seus concessionários, sendo alguns “obrigados” a utilizar as soluções que a marca preconiza. Actualmente aparecem as pequenas oficinas e casas de peças a quererem especializar-se e a ter controlo sobre a sua actividade, concorrendo com as grandes empresas, oferecendo novos serviços.
Estas empresas estão com vontade de se reestruturar e para isso precisam de ferramentas. Por exemplo, não podem limitar-se a ter bons preços de mão-de-obra se não controlarem os custos. Muitas empresas vendem mais e facturam mais, mas no final não sobra tanto dinheiro.
Esta é a área de negócio que mais tem crescido, existindo uma procura acentuada, por soluções informáticas como a nossa.
A Alidata continua a trabalhar preferencialmente com o sector automóvel?
JG – Durante muitos anos a informática só existia praticamente em algumas empresas, nomeadamente nos concessionários das marcas. Desenvolvemos muito software para oficinas, que incluía também a gestão de stocks, orçamentos, tesouraria, sector comercial, venda, etc., sendo uma aplicação muito mais completa do que aquela que era fornecida a empresas de peças.
Actualmente temos muitas empresas do sector automóvel a trabalhar com as nossas soluções, embora estejamos presentes em muitas áreas de negócio.
Que soluções dispõe a Alidata para o sector automóvel?
PG – A Alidata tem o SIA® ERP. É um produto chave na mão, que é totalmente configurado no cliente consoante as suas necessidades.
Depois temos o S2, que é um produto mais orientado para as pequenas oficinas e casas de peças, com todas as parametrizações e configurações necessárias que as empresas desta área necessitam, contemplando uma série de listagens e estatísticas predefinidas.
Como funciona em termos gerais a solução que a Alidata disponibiliza para o sector automóvel?
PG – Trata-se de uma solução global que pode funcionar desde que o cliente faz o pedido de marcação, passando pelo planeamento de serviço, controlo de stock, folha de obra, entre outras actividades, até à emissão da factura.
JG – É uma solução muito completa, eficaz, fácil de operar e que simplifica todas as funções do dia-a-dia de uma oficina, casa de peças, empresas que trabalham com viaturas ou equipamentos, que necessitam de controlar por matrícula ou número de série, de assistência técnica, etc.
A solução da Alidata tanto pode ser usada por uma pequena como por uma grande empresa?
PG – Trata-se de uma solução chave na mão, que é perfeitamente adaptável a pequenas oficinas com duas ou três pessoas até empresas com muito empregados.
Para as oficinas independentes, que são maioritariamente empresas até 4 ou 5 empregados, e para os retalhistas de peças, também eles pequenas e médias empresas, investir numa solução destas não poderá ser um custo?
JG – Se essas empresas quiserem fazer tudo manualmente terão que recorrer a mais pessoas para trabalhar.
Mas se optarem pela nossa solução, podem melhorar o próprio negócio e aumentar a facturação, sem terem que aumentar o quadro de pessoal.
Na nossa solução têm todas as ferramentas disponíveis para gerir eficazmente o negócio, que lhes permite controlar efectivamente a empresa, e saber onde estão ou não a ganhar dinheiro.
Uma solução como a vossa permite medir a rentabilidade por secção e por funcionário?
PG – Claro que sim. Muitas empresas pagam aos seus funcionários por rentabilidade, algo que a nossa aplicação consegue fazer, definindo ordenados médios e garantindo o resto do pagamento em função da produtividade.
São muitas as estatísticas que podem ser fornecidas pela nossa solução, que permitem um controlo efectivo da actividade.
A vossa solução pode ser facilmente integrada com outras soluções?
PG – Tanto a nossa solução pode ser integrada com outras soluções como o contrário também é verdade. Contudo, cada caso é um caso, que estudamos separadamente para cada cliente.
Como é feita a distribuição do software?
JG – A Alidata enquanto fornecedor directo ao cliente final só implementa a solução SIA® ERP.
Trabalhamos depois com uma rede de parceiros que criámos, em todo o país e nos PALOP, onde é distribuída exclusivamente a solução S2, o nosso software package.
Qual o custo da solução S2?
JG – Varia sempre de empresa para empresa. O problema não é o software, pois esse tem um preço tabelado, mas sim os custos de o implementar e todos os serviços que estão à volta dele.
Quem dá a assistência e a formação no software?
PG – O nosso distribuidor é responsável pela total implementação da solução perante o seu cliente. Por isso ele para além de implementar, dá a formação, a assistência e faz todo o acompanhamento do cliente, embora tenha sempre a Alidata como suporte.
JG – No total temos mais de 100 revendedores espalhados por todo o país.
Que opinião é que deixam a quem ainda não investiu em soluções deste tipo?
JG – Para nós esta solução funciona como uma caixa de velocidades, em que todas as componentes funcionam em conjunto. Quando uma engrenagem roda ela faz rodar as outras todas, e com a nossa solução passa-se o mesmo. A opção por uma destas soluções permite organizar uma empresa em pouco tempo, com grande facilidade, criar métodos de trabalho na empresa, aumentar a produtividade, controlar stocks, entre muitas outras situações, ao mesmo tempo que gera rentabilidade para a empresa.
Quais são os objectivos da Alidata?
JG – Se estamos no mercado há quase 25 anos, é porque soubemos gerir os nossos clientes e o nosso crescimento de uma forma sustentada.
PG – Não temos como objectivo um grande crescimento, pois isso acarreta muitos custos, e por isso queremos crescer devagar e com os pés assentes no chão.
Alidata, Soluções Informáticas
Sede:
Casal do Cego – Marrazes
Apartado 4067
2410-973 Leiria
Gerência:
Jaime Gomes e Pedro Gaspar
Telefone:
244 850 030
Fax:
244 811 178
E-mail:
geral@alidata.pt
Internet:
www.alidata.pt
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